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Vitamina D: fontes, benefícios e suplementação

Vitamina D: fontes, benefícios e suplementação

A vitamina D é um hormônio essencial para o corpo humano e sua ausência pode causar uma série de complicações. Ela é responsável por agir na secreção hormonal e em prevenir diversas doenças crônicas como a síndrome metabólica e o diabetes tipo 2.

O sol é responsável por 80 a 90% da vitamina produzida pelo corpo, mas existem outras formas de absorver este nutriente: através da alimentação ou de suplementos produzidos em laboratório.

Função: para que serve a vitamina D no corpo humano

Além do fortalecimento e estruturação dos ossos, a vitamina D tem uma participação importante para o organismo. Ela auxilia na absorção de cálcio e fósforo, nos ossos e intestino, regulando a liberação e promovendo a reabsorção dos nutrientes, equilibrando o plasma sanguíneo.

O cérebro, coração, estômago e pulmões também respondem à ação da vitamina. Algumas regiões cerebrais recorrem a ela para produzir proteínas, prevenindo doenças neurológicas. Já para o coração, a vitamina ajuda a regular as funções cardíacas e a pressão arterial, por meio do crescimento de células do tecido muscular liso.

A carência vitamínica pode desencadear doenças como tuberculose, diabetes, autismo, artrite, doenças respiratórias e doenças degenerativas, por exemplo.

Quantidade: existe uma quantidade certa para o corpo

De acordo com estudos realizados pelo Institute of Medicine, a ingestão diária de vitamina D é diferente para cada faixa etária. O nível de suficiência se encontra abaixo de 30mcg/mL, pois nesta taxa o corpo absorve o cálcio de forma eficiente.
No caso de idosos, gestantes, portadores de osteomalácia, osteoporose, doenças autoimunes e inflamatórias é preciso manter os níveis entre 30 e 60mcg.

Fontes: como obter a vitamina D

alimentos ricos em vitamina D

 

A principal fonte de produção da vitamina é através da exposição solar. Os raios solares do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese da substância. É importante tomar de 15 a 20 minutos de sol diariamente, expondo o corpo, pois a quantidade absorvida é proporcional à pele exposta.

Nestes casos é importante evitar o uso do protetor solar, pois ele inibe a retenção da vitamina. Já para períodos maiores que 20 minutos é indicado o uso, para evitar o risco de câncer de pele. Além disso, é indicado evitar absorver sol através de janelas, pois os raios são incapazes de atravessar vidros, prejudicando a absorção.

Além do sol, é possível ingerir alimentos ricos em vitamina D, como: óleo de fígado de bacalhau, salmão cozido, ostras, sardinha enlatada, leite fortificado, peixes em geral, ovo cozido, fígado de boi, iogurte, cogumelos irradiados (cultivados sob a luz do sol) e cereais.

Deficiência: as consequências da deficiência vitamínica

A falta de vitamina D causa diferentes problemas à saúde. Desde o aumento do risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer e até mesmo gripes e resfriados. Em mulheres grávidas, por exemplo, a falta da vitamina aumenta o risco do aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as chances de a criança desenvolver autismo.

De acordo com os psiquiatras UT Southwestern Medical Center, no Texas, os baixos níveis da vitamina afetam o sistema imunológico e estão associados ao declínio da depressão, principalmente em pacientes que já apresentam quadros da doença.

Já para os problemas ósseos, a deficiência pode causar raquitismo na infância e osteoporose na vida adulta. Pessoas com falta do nutriente aproveitam cerca de 30% de cálcio, prejudicando o fortalecimento dos ossos e dentes. Pesquisadores da Universidade de Zurique, realizaram um estudo com 40.000 pessoas, todas com mais de 65 anos e observaram que a suplementação de vitamina D reduz o risco de fraturas no quadril e outras regiões.

Quando o assunto são as doenças do coração, a vitamina D está diretamente ligada ao controle dos músculos cardíacos, necessários para bombear o sangue para todo o corpo. Ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneos e a produção do principal hormônio regulador da pressão arterial, a renina. Derrames, infartos e doenças cardiovasculares estão mais propensas quando associadas à deficiência de vitamina D.

Suplementação: alternativas para fontes de vitamina D

Através de um especialista, após a constatação da carência da vitamina, é possível realizar a suplementação por meio de cápsulas de vitamina D, desenvolvidos em laboratório.

No caso dos idosos, os quais naturalmente produzem menos vitamina D por questões metabólicas, é indicado a busca por um médico para analisar a necessidade da suplementação, visto que uma pessoa de 70 anos, sintetiza um quarto da vitamina comparado a um jovem de 20 anos.

Como todas as suplementações, quando consumida nas quantidades recomendadas, a vitamina não apresenta efeitos colaterais. Porém, quanto utilizada em excesso pode causar dano aos rins devido ao aumento da absorção de cálcio.

É importante lembrar que o excesso de vitamina D só ocorre nos casos de suplementação, pois os alimentos não contam com quantidades grandes da substância e ao tomar sol, o próprio corpo regula a absorção e cessa a produção quando atinge a quantidade necessária para o organismo.

 

De acordo com pesquisas, a maior parte da população apresenta níveis abaixo do ideal. De maneira geral estes dados não apresentam riscos à saúde. Porém, é preciso estar sempre atento aos valores de absorção, para que não ocorra a deficiência da vitamina. Nestes casos é preciso buscar fontes de vitamina D em alimentos ou através da suplementação.

Lembre-se: associar uma alimentação equilibrada, tomar sol diariamente e o uso de suplemento (caso seja indicado pelo médico), são medidas que auxiliam no equilíbrio dos níveis de vitamina D, bem-estar e prevenção de doenças!

E você, quais são seus cuidados para manter o equilíbrio da Vitamina D no seu corpo?

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